O primeiro dia de 2026 marcou o início das novas obrigações acessórias para as empresas. Embora os novos impostos (CBS e IBS) ainda não tenham efeito financeiro este ano, o período exige adaptação imediata dos sistemas contábeis e emissão de notas fiscais com novos destaques.
Após quase sete anos de debates e tramitações legislativas, a Reforma Tributária sobre o consumo finalmente sai do papel e entra na fase de execução prática. O ano de 2026 será o “laboratório” do novo sistema tributário brasileiro, servindo como um período pedagógico para que contribuintes e fisco se adequem às novas tecnologias de apuração.
Desde o dia 1º de janeiro, as empresas brasileiras passaram a ter o dever de destacar em suas notas fiscais os valores correspondentes aos novos tributos:
É importante destacar que, durante todo o ano de 2026, não haverá cobrança efetiva desses valores. O registro é meramente informativo, visando alimentar o sistema de inteligência do governo e preparar o fluxo de caixa das empresas para o início dos pagamentos, previsto para 2027 (CBS) e 2029 (IBS).
Para evitar um cenário de caos jurídico, o governo estabeleceu que 2026 será um “ano de pedagogia pura”. De acordo com o senador Eduardo Braga, relator do projeto, as empresas que cometerem erros no envio de informações ou falhas de preenchimento não serão punidas imediatamente, desde que comprovem boa-fé e estejam em processo de adequação.
O PLP 108/2024 prevê que, caso uma irregularidade seja detectada, a empresa será notificada e terá um prazo de 60 dias para regularização antes de qualquer penalidade ser aplicada.
O cronograma da reforma também traz datas críticas para o segundo semestre:
Um dos grandes pilares da reforma é o Sistema de Apuração Assistida. O Comitê Gestor selecionou 300 empresas para participar de um projeto-piloto que utiliza documentos fiscais eletrônicos em tempo real para calcular automaticamente o imposto devido e os créditos a que o contribuinte tem direito. A expectativa é que, com a padronização nacional das notas fiscais, a burocracia seja drasticamente reduzida a longo prazo.
Embora a espinha dorsal da reforma esteja definida, o Congresso ainda deve votar em 2026 as alíquotas de referência para estados e municípios. Além disso, setores específicos como planos de saúde, seguros e saneamento básico aguardam a finalização de modelos de notas fiscais específicos para iniciarem seus testes.
Para o setor contábil e empresarial, o recado é claro: 2026 não é um ano para esperar, mas para atualizar softwares, treinar equipes e revisar o planejamento tributário, garantindo uma transição suave para o modelo de Valor Agregado (IVA) que colocará o Brasil em conformidade com as melhores práticas internacionais.
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